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	<title>CASA ALTO VIDIGAL</title>
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	<description>A 1ª pousada do Vidigal e a mais linda vista a para o Rio de Janeiro!</description>
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		<title>Badalação nas alturas</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jul 2012 23:32:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Novo &#8216;point&#8217; da cena noturna carioca, o Vidigal é palco de festas cada vez mais famosas O novo point da noite carioca tem endereço elevado e vista de cartão-postal. Situado no Morro Dois Irmãos, o bairro do Vidigal é a coqueluche do momento para quem procura badalação. Festas “moderninhas”, como Digitaldubs, Voodoohop, Run VDG, Botafogo&#160;<a href="http://altovidigal.com/novosite/?p=1934" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novo &#8216;point&#8217; da cena noturna carioca, o Vidigal é palco de festas cada vez mais famosas</em></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1935" title="vidigal_1341441029" src="http://altovidigal.com/novosite/wp-content/uploads/2012/07/vidigal_1341441029-300x211.jpg" alt="" width="300" height="211" /></p>
<p>O novo <em>point </em>da noite carioca tem endereço elevado e vista de cartão-postal. Situado no Morro Dois Irmãos, o bairro do Vidigal é a coqueluche do momento para quem procura badalação. Festas “moderninhas”, como <a href="http://www.digitaldubs.com.br/" target="_blank">Digitaldubs</a>, <a href="http://voodoohop.com/about.php" target="_blank">Voodoohop</a>, <a href="http://www.facebook.com/runvdg" target="_blank">Run VDG</a>,<a href="http://www.botafogosocialclub.com/" target="_blank"> Botafogo Social Club</a>, <a href="http://www.facebook.com/lamparina.afesta" target="_blank">Lamparina! A Festa</a> e <a href="http://www.facebook.com/festaluv" target="_blank">LUV</a>, enchem de som a comunidade, pacificada em dezembro do ano passado, atraindo moradores, visitantes do asfalto e turistas estrangeiros.</p>
<p>Dois dos maiores responsáveis pelo agito noturno do lugar são a produtora Nicole Nandes e o dono do albergue <a href="../?page_id=253" target="_blank">Alto Vidigal</a>, o austríaco Andreas Wielend. Em ações independentes, a dupla promove eventos que estremecem o morro. Ela cuida do fervo da festa de hip hop LUV, que acontece na Oficina do Jô, logo no início do bairro, e ele abre seu<em> hostel </em>para DJs de música eletrônica e de reggae.</p>
<p><strong>A produtora da parte baixa e o “gringo” do Alto Vidigal</strong></p>
<p>“As festas começaram com a proposta inicial de reunir os amigos. O som escolhido está muito no estilo de festas que já aconteciam em São Paulo, com grupos alternativos de música eletrônica e de reggae. A programação começou pequena e foi ficando cada vez mais disputada”, conta Andreas, que foi o primeiro a inaugurar uma pousada no morro, em dezembro de 2010.</p>
<p>Os bochichos periódicos da Digitaldubs, da Voodoohop, da Run VDG e da Botafogo Social Club chegam reunir a mais de 500 pessoas por noite de evento. “As nossas festas têm um público bastante misturado. Tem gente de vários países e de diferentes classes sociais. Os eventos já ficavam cheios antes da pacificação, mas, depois da implantação das UPPs, aumentou o número de frequentadores. As pessoas agora se sentem mais seguras para subir o morro”, observa o “gringo” de coração carioca.</p>
<p>Para Nicole, o clima receptivo e o campo de visão privilegiado do Vidigal, com as praias de Ipanema e do Leblon ao fundo, despertaram seu interesse para levar a badalada LUV para às alturas. “A festa nasceu, há quatro anos, no 69, casa de shows em Ipanema que fechou, e era realizada em dias úteis. Tínhamos a ideia de ampliar a LUV e projetá-la para os finais de semana. Como eu tinha amigos do grupo Nós do Morro (<em>companhia de teatro sediada ali</em>), a ida para o Vidigal acabou facilitada, e realizamos a primeira edição da festa em dezembro de 2011. Hoje ela é mensal”, explica a produtora da festa, que trabalha com o apoio dos parceiros do Coletivo Lamparina.</p>
<p>A moçoila mineira, atraída pelo espírito carioca, destaca que, apesar de a implantação das UPPs ter aumentado o número de visitantes do Vidigal, o morro sempre esteve na moda. “Antes da pacificação, eu já frequentava eventos de lá, como rodas de violão no bar da esquina. Na verdade, Vidigal e a Rocinha sempre conquistaram o público do asfalto, desde a época do baile funk Emoções, porque são bastante acessíveis para os moradores da Zona Sul”, comenta Nicole.</p>
<p><strong>O público aposta no futuro da cena noturna do bairro</strong></p>
<p>A estudante de administração Ana Pinheiro virou fã dos eventos no Alto Vidigal. “As festas de música eletrônica que acontecem por lá são de alta qualidade. Com o fim da Dama de Ferro (<em>em maio)</em>, acredito que o Vidigal vá se firmar como casa dos DJs e dos fãs de eletrônico”, aposta a jovem.</p>
<p>Além do Vidigal, promessa mais <em>underground</em> da cena noturna do Rio, as comunidades Santa Marta, em Botafogo, e Tavares Bastos, no Catete, têm seduzido os mais festeiros. “Frequento a LUV, no Vidigal, mas também gosto de ir às festas do albergue <a href="http://www.jazzrio.com/" target="_blank">The Maze</a>, na Tavares Bastos, e nos sambas do Santa Marta”, revela a advogada Juliana Torres.</p>
<p>Ficou animado? Então, anota na agenda: tem LUV nesta sexta-feira, dia 13/7, na Oficina do Jô. Já no Alto Vidigal, está confirmada a festa Run VDG para o próximo dia 21.</p>
<p>Colaboração de Camila Lamha</p>
<p>Secretaria de Cultura RJ &#8211; 04/07/2012<br />
(http://www.cultura.rj.gov.br/materias/badalacao-nas-alturas)</p>
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		<title>Casa Alto Vidigal&#8217;s Andreas Wielend: interview</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jul 2012 00:08:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As Casa Alto Vidigal gears up for a busy last month before the winter break, Time Out Rio reflects on success with the Austrian behind the most sought after new club space in town Andreas Wielend is the man behind Casa Alto Vidigal, a guesthouse-turned-club that has put Vidigal favela firmly on the clubbing map. Having&#160;<a href="http://altovidigal.com/novosite/?p=1928" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>As Casa Alto Vidigal gears up for a busy last month before the winter break, Time Out Rio reflects on success with the Austrian behind the most sought after new club space in</em> town</strong></p>
<p><img class="size-medium wp-image-1929 aligncenter" title="Andreas Wielend - Alto Vidigal - Time Out" src="http://altovidigal.com/novosite/wp-content/uploads/2012/07/andreas_alto-vidigal-300x185.jpg" alt="Andreas Wielend - Alto Vidigal - Time Out" width="300" height="185" /><br />
<strong></strong></p>
<p>Andreas Wielend is the man behind Casa Alto Vidigal, a guesthouse-turned-club that has put Vidigal favela firmly on the clubbing map. Having resolved to stop pumping cash into renting an apartment and buy his own place, Wielend looked for options uphill. Thus a big, albeit crumbling, plot at the top of Vidigal was soon converted and was, as people crashing on floors and sofas became permanent fixtures, expanded until a guesthouse was born.</p>
<p>A major selling point was always the view. From here, the entire community, Leblon beach and all the way to Arpoador is visible, the Atlantic stretching to there.</p>
<p>In the 24 months since the first properly promoted event, thousands of clubbers have now worked their way eagerly up the hill to sample Wielend’s work. With the 2012 winter break approaching at the end of July, Time Out Rio caught up with the Austrian owner to look back over the top five events that have made <a href="http://www.timeout.com.br/rio-de-janeiro/en/nightclubs/venues/599/casa-alto-vidigal">Casa Alto Vidigal</a> the cult spot of the last twelve months.</p>
<p><a href="http://www.timeout.com.br/rio-de-janeiro/en/nightclubs/features/189/andreas-wielend-casa-alto-vidigal" target="_blank">TIME OUT RIO</a> &#8211; 04/07/2012</p>
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		<title>Vidigal se firma como novo point da noite carioca</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 20:37:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A gente já disse aqui que o Vidigal é o novo point da noite carioca, e os grandes responsáveis por essa bombação toda são: a produtora da festa LUV, Nicole Nandes, e o dono do albergue Alto Vidigal, o austríaco Andreas Wielend. Os dois têm agitado festas frequentes na favela pacificada em novembro e arrastado&#160;<a href="http://altovidigal.com/novosite/?p=897" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A gente já disse aqui que o Vidigal é o novo point da noite carioca, e os grandes responsáveis por essa bombação toda são: a produtora da festa LUV, Nicole Nandes, e o dono do albergue Alto Vidigal, o austríaco Andreas Wielend. Os dois têm agitado festas frequentes na favela pacificada  em novembro e arrastado membros da comunidade e do asfalto para curtirem um som nas alturas, literalmente.</p>
<p>Já tem um ano e meio que Andreas abre seu hotel, Alto Vidigal (que fica no Arvrão, no topo do morro) para  festas. As primeiras festas reuniram 200 pessoas, mas logo essa quantidade de cabeças dobrou e, hoje, festas como Digitaldubs, Voodoohop e  Botafogo Social Club levam mais de 500 cabeças para lá.</p>
<p>- O Vidigal está virando um lugar diferente, com mais turistas, mais artistas. As festas também estão crescendo. Há muitas festas com playboys, geralmente na parte de baixo do morro, e festas com moradores da comunidade. As nossas são conhecidas por ter um público bem misturado – comenta Andreas, que tem do outro lado da janela a vista mais bonita do Rio, com as praias de Ipanema e Leblon e a Lagoa Rodrigo de Freitas no campo de visão.</p>
<p>Cada vez mais festas se interessam por ocupar a Casa Alto Vidigal. Os agitos Klax e Botafogo Social Club farão edições por lá em breve e, além disso, todo domingo rola um churrasco pós-praia com a DJ Mahara Belgrano, a partir das 16h. A entrada é gratuita. Andreas, porém, jura que essa empolgação com o local não tem nada a ver com a pacificação do Vidigal.</p>
<p>- As festas já enchiam antes de pacificação, então, para mim, não mudou muita coisa – afirma o austríaco “acariocado”.</p>
<p>Já para a produtora Nicole Nandes, que, com a ajuda dos seus parceiros do Coletivo Lamparina, promoveu quatro edições da festa de hip hop LUV na Oficina do Jô, a chegada da polícia ajudou, sim, na ocupação do espaço por festas produzidas pela galera de fora da comunidade.</p>
<p>- Agora, quem é do asfalto sente segurança para subir.  Antes, os eventos eram para a comunidade. Inclusive, minha intenção ao levar a LUV para o Vidigal foi fazer mais gente da Zona Sul subir o morro para conhecer a realidade e trocar experiências com as pessoas da comunidade &#8211; diz ela, que, em três anos de existência da LUV, já promoveu a balada nos clubes 69, 00 e Fosfobox.</p>
<p>Para Nicole, o motivo dessa paixão repentina da galera da Zona Sul pelo Morro Dois Irmãos é fácil de entender. Segundo ela, a noite carioca carece de novos locais para festas e a comunidade que fica entre São Conrado e Leblon satisfez o desejo por um local inusitado. Apesar da euforia em torno desse novo espaço conquistado, Nicole, que considera o Vidigal como sua segunda casa, aponta que, se a ocupação do território for apenas  reflexo de uma modinha, ela não é bem-vinda.</p>
<p>- A chegada das UPPs ajudou a transformar em moda as festas na favela. Tem gente frequentando só pelo hype e gente fazendo festa só para gringo e playboyzada, um pessoal que nunca se preocupou com a comunidade. Isso é triste.</p>
<p>Completamente avessa ao clima de “oba oba”, Nicole toma a decisão de não mais realizar a LUV no Vidigal. Mas, calma. Antes disso, ainda rolam algumas festas por lá: a próxima será em maio.</p>
<p>- Gosto de descobrir novidades, fazer o que ninguém está fazendo… Como tudo o que dá certo, o Vidigal virou moda, então é bem provável que a missão por lá esteja bem próxima de acabar – adianta ela.</p>
<p>Nicole e Andreas convidam todos a subir o Vidigal e dançar ao som do batuque eletrônico, mas desde que a paixão pelo morro não seja apenas fogo de palha.</p>
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		<title>A pousada que tem a vista mais bonita do Rio</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 13:44:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Imagina acordar com uma vista dessas todos os dias… Você pode, eu posso, todos podem. E por um precinho camarada. A Pousada Alto Vidigal fica na parte mais alta do Morro do Vidigal e tem um visual privilegiado das praias de Ipanema e Leblon e da Lagoa Rodrigo de Freitas. O pôr-do-sol garantem que é&#160;<a href="http://altovidigal.com/novosite/?p=827" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagina acordar com uma vista dessas todos os dias… Você pode, eu posso, todos podem. E por um precinho camarada. A Pousada Alto Vidigal fica na parte mais alta do Morro do Vidigal e tem um visual privilegiado das praias de Ipanema e Leblon e da Lagoa Rodrigo de Freitas. O pôr-do-sol garantem que é uma das coisas mais incríveis que você pode encontrar na cidade. Quem não quiser ficar hospedado também pode ter acesso a esse visual. Basta procurar um lugar que todos conhecem como Arvrão. Subindo de carro pela rua principal do Vidigal, é preciso subir, subir, subir e… subir. Quando a rua acabar é que chegou. Vai valer a pena, tenho certeza.</p>
<p>A pousada pertence a um jovem austríaco, de 34 anos, que se apaixonou pela vida na favela. Andreas Wielend conheceu a comunidade através de um amigo. Estava procurando um lugar bom e barato para ficar enquanto ainda procurava emprego na cidade. Quando chegou a Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) ainda não estava na comunidade. E ele ficou com aquelas dúvidas que todos tinham.</p>
<p>- Perguntei para esse meu amigo se as pessoas não tinham medo de tiroteio, armas e ele disse que não. Aí quis saber se não iam me matar e ele falou que não tinha problema porque era amigo dele &#8212; lembra Andreas.</p>
<p>Com a casa montada, os amigos gringos começaram a aparecer pedindo para ficar um tempo. Primeiro um turista da França, depois uma menina da África do Sul e um alemão. Estava na cara que tinha uma boa oportunidade ali.</p>
<p>- As pessoas foram chegando e fui montando quartos. Aí resolvemos colocar na internet e a procura aumentou muito. Na alta temporada recebemos muitas pessoas aqui. Durante o ano ficam por aqui muito estudantes da PUC, que fica pertinho &#8212; conta o austríaco, chamando o estudante mexicano Arthuro Macias para a conversa.</p>
<p>O jovem de 23 anos está na Pontifícia Universidade Católica (PUC) para um curso de seis meses. Poderia ter ficado em algum lugar da Zona Sul, mas achou melhor conhecer a favela. Não se arrependeu.</p>
<p>- As pessoas da favela têm sentimento de comunidade, dão bom dia, boa tarde. As pessoas na Zona Sul usam as roupas mais caras, mas não falam com você. Acho o pessoal daqui melhor, mais sincero.</p>
<p>Quando Arthuro chegou no Morro do Vidigal a comunidade já estava pacificada. Andreas conta que a presença da polícia aumentou o número de turistas na favela. E garantiu mais tranquilidade para quem chega.</p>
<p>- Antes eu tinha que descer, explicar que não era pra tirar fotos, que não poderia fazer isso, aquilo. agora são regras normais &#8212; comemora o dono da pousada.</p>
<p>O Alto Vidigal também recebe quem não está hospedado. Todos os domingos, por exemplo, rola uma festa chamada After Beach. É para o pessoal que deixa a praia e ainda está querendo curtir. Começa 18h e termina depois de meia-noite. É o momento que moradores da comunidade e turistas se encontram para curtir o visual.</p>
<p>A agenda completa de eventos e mais informações sobre hospedagem estão no site deles: www.altovidigal.com. Quem preferir pode ligar para 3322-3034 e falar direto com o Andreas. No Facebook basta colocar www.facebook.com/casaaltovidigal.</p>
<p>Link e Veja fotos do Alto Vidigal:</p>
<p>http://www.blogdapacificacao.com.br/vidigal-2/a-pousada-que-tem-a-vista-mais-bonita-do-rio/</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>The Paulistano party people find another gem of a location in Rio</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 03:59:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[After converting a Cosme Velho mansion into a palace of partying last year the Voodoohoppers turn there attentions to Rio once more and what better time to do so than at Carnival? Anglo-German DJ Thomash leads the way with a musical journey that is set to take in averything from disco to swing, afro to&#160;<a href="http://altovidigal.com/novosite/?p=612" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>After converting a Cosme Velho mansion into a palace of partying last year the Voodoohoppers turn there attentions to Rio once more and what better time to do so than at Carnival? Anglo-German DJ Thomash leads the way with a musical journey that is set to take in averything from disco to swing, afro to techno and all with a dash of new wave drama for added effect. Live body painting and their usual dynamic production touches add to the occasion. </p>
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		<title>Vidigal Guesthouses Thrive After UPP</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 20:31:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[RIO DE JANEIRO, BRAZIL – Prior to the pacification of Vidigal in November 2011, a visit to the favela was usually only made by adventure travelers, or those who had friends to escort them. The idea of a foreigner owning real estate and starting a business in the area was reserved only for a special&#160;<a href="http://altovidigal.com/novosite/?p=77" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>RIO DE JANEIRO, BRAZIL – Prior to the pacification of Vidigal in November 2011, a visit to the favela was usually only made by adventure travelers, or those who had friends to escort them. The idea of a foreigner owning real estate and starting a business in the area was reserved only for a special group of forward-thinking entrepreneurs, those who saw the potential of a hillside that enjoyed one of the most stunning views in Rio.<br />
The view from Vidigal includes Leblon and Ipanema beaches, Rio de Janeiro, Brazil News</p>
<p>The view from Vidigal includes Leblon and Ipanema beaches, photo by Nathan M. Walters.</p>
<p>Now, just a few weeks after the favela officially received its own Police Pacification Unit (“UPP”), more investors are looking to the hill questioning what the future of the area will hold.</p>
<p>Setting up a guesthouse (or pousada) in Vidigal prior to pacification was uncommon because it would only appeal to a very specific target market. Now Vidigal has been primed for this type of investment, with a distinct culture and close-knit community, quick access to Leblon and Ipanema – and those postcard views.</p>
<p>Austrian-born Andreas Wielend, owner of the Casa Alto Vidigal guesthouse, saw the potential. “I was looking for something other than the mainstream Rio experience,” he recalls.</p>
<p>Since arriving in Vidigal, Wielend has expanded his presence in the area by purchasing more properties and updating Casa Alto to accommodate more guests. Now open for two years, Casa Alto is enjoying increased popularity.</p>
<p>The guesthouse is booked solid for Carnival and have seen a steady increase in visitors – particularly Brazilian guests who had avoided the area prior its pacification.</p>
<p>Today UPP signs are prominently displayed and surveillance forces regularly cruise the streets of Vidigal. In a short time Wielend has seen the benefits the UPP’s presence has had for local businesses including his own. “UPP makes Vidigal look safer. In the long-term the UPP’s presence can be a good thing.”</p>
<p>It is still premature to declare the UPP’s installation a resounding success for all. Some, including Tito Braga, owner of Favela Vidigal Guesthouse, believe the UPP have brought “more frustration” with them, perhaps referring to the constant police presence and a corresponding sense of order.<br />
The UPP presence has made Vidigal appear safer and more accessible, Rio de Janeiro, Brazil News</p>
<p>The UPP presence has made Vidigal appear safer and more accessible, photo by Nathan M. Walters.</p>
<p>Yet the interest in Vidigal as an area with the potential for development preceded the pacification and UPP, and is certainly no less appealing now. Although, as with all urban development projects, controversial issues arise.</p>
<p>Living in Vidigal has cost a fraction of other locations in Zona Sul, and new development has the potential to drastically increase rents and real estate prices, pushing long-time residents out. In short, gentrification.</p>
<p>For now there is only speculation of what the UPP’s arrival will bring, though trends in other pacified favelas provide reason for optimism. Wielend seems enthusiastic about the new found interest in the area, “There is something happening everyday. Right now we have a group of professional graffiti artists redecorating the guesthouse and we are starting our weekly ‘After Beach’ party on Sundays. Every day is a busy day here!”</p>
<p><a href="http://riotimesonline.com/brazil-news/rio-real-estate/vidigal-guesthouses-thrive-after-upp/#" target="_blank">VEJA O LINK PARA A MATÉRIA ORIGINAL</a></p>
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		<title>Perched high atop Vidigal favela is a winning combination of guesthouse and nightclub with stunning views of the city</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 20:30:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[bibendum]]></category>
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		<description><![CDATA[The Austrian owner of Casa Alto Vidigal may have had his sights on being the owner of one of the most unique guesthouse locations in Rio, but he inadvertently stumbled upon one of the coolest club locations in the process. The hostel is pleasant enough for anyone on a budget, but it is after dark&#160;<a href="http://altovidigal.com/novosite/?p=75" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>The Austrian owner of Casa Alto Vidigal may have had his sights on being the owner of one of the most unique guesthouse locations in Rio, but he inadvertently stumbled upon one of the coolest club locations in the process. The hostel is pleasant enough for anyone on a budget, but it is after dark that the place really fires up, with the likes of DigitalDubs, Botafogo Social Club and dubsteppers Wobble making the most of the outdoor terrace. And when the sun comes up over the Atlantic Ocean and Zona Sul glows down below, it rivals any Ibiza club for that special moment. Get a van or motorbike up from the bottom of the comunity and if in doubt ask for arvrão &#8211; the big tree &#8211; and pretty much everyone seems to know it, as will you when you see it. </p>
<p><a target="_blank" href="http://www.timeout.com.br/rio-de-janeiro/en/nightclubs/venues/599/casa-alto-vidigal">VEJA LINK DA MATÉRIA ORIGINAL</a></p>
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		<title>Rio: turistas trocam hotéis da orla por albergues em favelas</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 03:48:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Vielas, casas amontoadas, vizinhança, simplicidade. A tumultuada rotina das favelas cariocas sempre atraiu turistas estrangeiros. Agora, com quase todas as comunidades da zona sul pacificadas, os turistas trocam os famosos hotéis da orla por albergues com belas paisagens nas favelas. A experiência de viver em uma comunidade e a vista do alto dos morros parecem&#160;<a href="http://altovidigal.com/novosite/?p=607" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vielas, casas amontoadas, vizinhança, simplicidade. A tumultuada rotina das favelas cariocas sempre atraiu turistas estrangeiros. Agora, com quase todas as comunidades da zona sul pacificadas, os turistas trocam os famosos hotéis da orla por albergues com belas paisagens nas favelas. A experiência de viver em uma comunidade e a vista do alto dos morros parecem valer mais a pena do que o conforto do asfalto.</p>
<p>Faltando pouco mais de um mês para o Carnaval, o Pura Vida Hostel já está com as vagas esgotadas. O hostel fica na ladeira Saint-Roman, na subida do Pavão-Pavãozinho, em Copacabana. Na alta temporada, o preço do quarto privativo por pessoa é de R$ 130 e o do quarto coletivo varia de R$ 30 a R$ 40.</p>
<p>A aeromoça Laura Mueller, de 28 anos, chegou da Áustria no dia 27 de dezembro para passar o Réveillon na capital fluminense. Esta é a terceira vez que ela visita o Rio, mas a primeira que se hospeda em uma favela.</p>
<p>- Eu nunca tinha ficado em uma favela. Esta é a primeira vez. Gostei. Aqui tem tudo e ainda é perto da praia.</p>
<p>Um outro albergue que ficou conhecido pela bela vista é o Alto Vidigal Guesthouse. O nome já explica o local, na comunidade do Vidigal, na zona sul, ocupada pela polícia em novembro do ano passado e que deve receber uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) ainda este mês.</p>
<p>O lugar tem vista para as praias do Leblon e de Ipanema, para o mar aberto de São Conrado e para as ilhas Cagarras. A diária dos quartos custa R$ 30. A pousada oferece ainda uma quitinet privativa que sai por R$ 200.</p>
<p>A inglesa Sarah Milsom, de 34 anos, visitou o morro há nove meses. Ela achou o lugar interessante e voltou desta vez para se hospedar por três meses.</p>
<p>- Eu já estive aqui no Vidigal antes. Gostei muito e resolvi voltar para me hospedar. É um ambiente muito agradável, além da vista que é muito bonita.</p>
<p>Caminhada ecológica, wi-fi, shows e pacotes turísticos</p>
<p>Outro hostel que virou caso de sucesso é o Favela Inn, inaugurado em fevereiro do ano passado no Chapéu Mangueira, no Leme, também na zona sul. O morro ganhou uma UPP em junho de 2009. A área do bar tem vista para o mar de Copacabana e lotou de turistas no período do Rock in Rio e do Réveillon. O albergue oferece caminhada ecológica, internet wi-fi e uma minibiblioteca.</p>
<p>O The Maze, localizado na favela ocupada Tavares Bastos, no Catete, na zona sul, não funciona apenas como albergue. O espaço reúne músicos e artistas. Já passaram por lá o escritor Alan Parker, George Martin, produtor dos Beatles, o ator Edward Norton e até Sylvester Stallone.</p>
<p>O local mais parece uma galeria de arte. Logo na entrada, há um palco que recebe uma banda de jazz formada ali mesmo toda primeira sexta-feira do mês. Ainda há vagas para o Carnaval. Os preços da diária variam de R$ 120 a R$ 180 por pessoa.</p>
<p>O Pura Vida oferece passeios turísticos pela cidade, bar, wi-fi e churrasqueira para os hóspedes. O casarão foi construído no começo do século passado por um embaixador polonês e tem a arquitetura preservada até hoje. O local possui detalhes da construção antiga, como vitrais, lustres grandes, armários de ferro e acabamentos em madeira.</p>
<p>O Alto Vidigal também oferece internet sem fio e bar. O albergue funciona há dois anos e já está lotado para o Carnaval.</p>
<p>Texto (adaptado) e foto: R7</p>
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		<title>Baladas em morros são opções para Réveillon alternativo no Rio</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 04:35:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Todos os anos, a queima de fogos de artifício no Réveillon de Copacabana atrai milhões de pessoas. Mas há outras opções para quem quer curtir a festa no Rio sem ter que participar da torcida coletiva para que nuvens de fumaça não encubram os fogos ou assistir aos shows no aperto da areia da praia.&#160;<a href="http://altovidigal.com/novosite/?p=626" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os anos, a queima de fogos de artifício no Réveillon de Copacabana atrai milhões de pessoas. Mas há outras opções para quem quer curtir a festa no Rio sem ter que participar da torcida coletiva para que nuvens de fumaça não encubram os fogos ou assistir aos shows no aperto da areia da praia.</p>
<p>Guarda prepara esquema de segurança para o Réveillon do Rio<br />
Metrô e CPTM vão operar na madrugada do Réveillon em SP<br />
Confira o que abre e fecha em São Paulo no Ano-Novo</p>
<p>A grande novidade dos últimos anos é a entrada das favelas recém-pacificadas no circuito turístico carioca. No alto do morro do Vidigal, em São Conrado, zona sul, fica o hostel Casa Alto Vidigal, que está organizando sua primeira festa pós-pacificação.</p>
<p>Três DJs californianos de dubstep [vertente de música eletrônica], residentes das festas do Burningman, animarão a pista ao ar livre com vista para as praias do Leblon e de Ipanema e para os fogos de Copacabana e da Lagoa.</p>
<p>Daniel de Plá, professor da FGV, organiza de forma voluntária a festa de Réveillon do morro do Cantagalo, entre Copacabana e Ipanema.</p>
<p>São três lajes com diferentes tamanhos, tipos de música, ceia e bebidas. Na maior cabem 30 turistas e na menor, seis. Em todas, o número de pagantes é igual ao número de moradores da favela.</p>
<p>&#8220;Os Réveillons no Cantagalo são imbatíveis, temos uma vista privilegiada e vemos os fogos de camarote. É impressionante a forma com que os moradores do Cantagalo recebem os visitantes: de portas, janelas e corações abertos&#8221;, afirma Daniel. </p>
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		<title>Cariocas e turistas disputam vistas privilegiadas em favelas pacificadas</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 04:27:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os convidados do pedreiro Francisco Assis Filho poderão assistir ao vivo e em terra firme — da laje — à queima de fogos dos bairros de Copacabana, do Flamengo, da Lagoa, de São Conrado e, de quebra, da praia de Icaraí em Niterói. A casa erguida por Francisco no início dos anos 90 fica no&#160;<a href="http://altovidigal.com/novosite/?p=621" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os convidados do pedreiro Francisco Assis Filho poderão assistir ao vivo e em terra firme — da laje — à<br />
queima de fogos dos bairros de Copacabana, do Flamengo, da Lagoa, de São Conrado e, de quebra, da praia<br />
de Icaraí em Niterói. A casa erguida por Francisco no início dos anos 90 fica no Laboriaux, parte mais alta da<br />
Favela da Rocinha, na localidade conhecida por Visual. O mais novo — e já concorrido — mirante da Cidade<br />
Maravilhosa, está disponibilizado ao público desde 13 de novembro, dia D da ocupação dos morros da<br />
Rocinha e do Vidigal. As duas comunidades fecharam o cinturão de pacificação da orla, que transformou<br />
milhares de lajes de favelas nos novos points do réveillon carioca.<br />
— Só hoje (quarta-feira) vieram aqui cinco pessoas perguntando se eu não queria alugar para o réveillon. Não<br />
dá. Essa é para a família. Aqui não tem ingresso, mas se quiser subir para dar uma olhadinha eu deixo —<br />
garante o anfitrião.<br />
Paulista de São Mateus, o eletricista Cristiano Carreira, de 31 anos, veio pela primeira vez ao Rio para passar<br />
o réveillon com a família na Rocinha:<br />
— Eu não tinha vindo antes por causa da violência. Mas valeu esperar. Este lugar é a coisa mais bonita que vi<br />
desde o nascimento do meu filho — afirmou o paulista, no mirante do Visual.<br />
Dono de um enorme espaço, com vista que vai desde o mirante do Leblon até o Arpoador, abraçando ainda a<br />
Lagoa Rodrigo de Freitas, o hostel Casa Alto Vidigal organiza uma festa para 500 convidados. O valor da área<br />
vip, que dá direito ao buffet completo, é de R$250. Segundo o peruano Jorge Menedez, administrador do<br />
hostel, a festa irá contar com moradores e turistas:<br />
— A pacificação aumentou a segurança não só na comunidade, mas também no entorno, possibilitando a<br />
vinda de gente de toda parte da cidade, além de turistas nacionais e estrangeiros.<br />
Já no Hostel Favela Inn, no Morro Chapéu Mangueira, um grupo fechou pacote, alugando por R$1.600 o<br />
espaço para 20 convidados.<br />
— A situação se inverteu. Ao invés da favela descer para ver os fogos na praia, o asfalto subiu para assistir<br />
de camarote a festa no alto do morro. A laje virou vedete — brinca a administradora Cristiane da Silva de<br />
Oliveira.<br />
Acostumado a promover feijoadas para turistas e a alugar a laje de sua casa no morro da Babilônia para<br />
eventos, César Zerbinato decidiu que este ano a festa será para familiares e amigos:<br />
— Aqui não tem problema de fumaça, excesso de gente, dificuldade para conseguir bebida ou banheiro.<br />
Apesar de já ter realizado vários eventos no espaço para 250 convidados, este será o primeiro réveillon oficial<br />
do Lajão Cultural do DJ Thiago Firmino, no morro de Santa Marta:<br />
— Estamos fazendo uma superprodução. Tem iluminação própria computadorizada, efeito laser, fumaça, tudo<br />
— afirma o anfitrião que, para garantir o direito ao lazer dos moradores, decidiu cobrar ingresso de R$15, mas<br />
o valor só dá acesso à festa. A consumação será paga à parte.<br />
Quem não tem amigos ou parentes nas favelas pacificadas pode recorrer à internet para buscar um evento.<br />
Em um deles, do morro do Pavão-Pavãozinho, postado no Facebook, a programação tem até versão em<br />
inglês e câmbio: o buffet custa R$200 ou US$120.<br />
— Da para ver a orla do Posto seis ao Leme. A festa nas lajes das comunidades pacificadas é sem dúvida<br />
mais confortável. Você fica fora da muvuca, tem facilidade de banheiro, bebida e comida à mão. E o ângulo<br />
de visão é melhor do que o da praia — garante Rodrigo Vieira, um dos organizadores de um das muitas<br />
festas no Pavão-Pavãozinho.<br />
Fonte: O Globo</p>
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